Feocromocitoma é um tumor produtor das catecolaminas norepinefrina, epinefrina e dopamina, essas substâncias em excesso no sangue causam sintomas como dor de cabeça, sudorese, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. O aumento da pressão arterial pode ser constante ou em episódios, entretanto alguns pacientes têm pressão arterial normal. Outros sintomas incluem palpitação, tremor, palidez, falta de ar, fraqueza e ataques de pânico. Em raras circunstâncias, pode ocorrer queda da pressão arterial ao ficar de pé, alteração mental, embaçamento visual, perda de peso, temperatura acima de 40 C e alterações laboratoriais como resistência à insulina, aumento da glicose, dos leucócitos e das hemácias.

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Está programada para chegar ao Brasil, neste ano, nova tecnologia de aplicação do hormônio insulina, o i-Port criado pela Medtronic. O dispositivo, colocado sobre a pele nos mesmos locais de aplicação da insulina, possui uma pequena cânula de 6 ou 9 mm a ser inserida no tecido subcutâneo pelo próprio paciente ou familiar, e a troca deve acontecer a cada três dias. A caneta ou seringa com insulina é encaixada no dispositivo e a medicação é injetada.

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O uso de doses elevadas de vitamina D por longos períodos é indicado em raras situações como por exemplo nos indivíduos com severa má-absorção intestinal. Pessoas com deficiência de vitamina D podem receber doses elevadas por curtos períodos e posteriormente as doses são reduzidas ou suspensas. A referência abaixo conta a história de um indivíduo que mesmo com a dosagem de vitamina D dentro dos valores de referência foi recomendado tomar dose alta e diária de vitamina D por longos períodos. A consequência foi o aumento do cálcio no sangue e o comprometimento do funcionamento dos rins. Fica o alerta sobre a responsabilidade da indicação do uso da vitamina D, que embora seja conhecida como vitamina, é na verdade um potente hormônio, e se prescrito inadvertidamente, pode elevar demasiadamente o cálcio no sangue e causar danos.
Artigo: Use of vitamin D drops leading to kidney failure in a 54-year-old man. Bourne L et al. Practice/ Cases. 2019.

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Nódulos de tireoide são muito comuns e a prevalência aumenta com a idade podendo ser encontrados no exame médico de rotina ou percebidos como uma massa na região cervical pelo próprio paciente ou por alguém próximo como um amigo ou familiar. Em outras oportunidades, os nódulos são diagnosticados por ecografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética ou PET realizados por outros motivos que não sejam necessariamente para avaliação da tireoide. A composição, ecogenicidade, morfologia, margem e presença de focos ecogênicos avaliados pela ecografia possibilita o emprego da classificação TI-RADS com objetivo de selecionar os nódulos de tireoide que precisam ser puncionados. Para mais informações, acesse o link abaixo.
https://www.clinen.com.br/2017/04/o-que-sao-os-nodulos-de-tireoide-e-como-identifica-los/

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As glândulas endócrinas são responsáveis pela produção dos hormônios e, entre essas glândulas, está a hipófise, a tireoide, as paratireoides, as adrenais, o pâncreas, os ovários e os testículos. Os hormônios vão para a corrente sanguínea, atingem as células-alvo e exercem função metabólica. A reposição desses hormônios é indicada apenas para indivíduos cujas glândulas estejam com a produção hormonal comprometida. Modulação hormonal consiste na prescrição inadvertida de um ou mais hormônios para indivíduos com glândulas funcionando normalmente, e o uso desnecessário desses hormônios na forma de cremes, chips, implantes, medicamentos orais, injetáveis ou hormônios bioidênticos, além de provocar efeitos colaterais, inibe a produção hormonal normal e pode causar falência glandular.

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